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IBGE diz que há 264 mil pessoas desempregadas no ES

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Nacional de Geografia e Estatística (IBGE) registrou 264 mil pessoas desempregadas no primeiro trimestre de 2018 no Espírito Santo.

Apesar do número ser menor em 10,3% em relação ao ano passado, a taxa de desocupação ficou em 12,5%. Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua – Trimestral para o Brasil, Grandes Regiões e Unidades da Federação, referentes ao trimestre encerrado em março.

Pela estimativa do IBGE, há no Espírito Santo aproximadamente 1,8 milhão de pessoas com uma ocupação no primeiro trimestre do ano. Em relação ao mesmo período de 2017 foi registrado um aumento de 103 mil pessoas, ou seja, 5,9%.

O estado tem atualmente 3.278 milhões de pessoas com idade apta para trabalhar. A taxa de ocupação que agrega os trabalhadores desempregados, os que têm poucas horas trabalhadas e os que não estão procurando emprego ficou em torno de 12,5%.

Em relação aos empregados no setor privado, no primeiro trimestre deste ano, 657 mil pessoas trabalharam com carteira assinada, enquanto 215 mil não tiveram o documento assinado.

A falta de oportunidades para trabalhar tem sido preocupante para muitas pessoas. Este é o caso de Ronaldo Mattos, de 32 anos. Desempregado há dois anos, ele conta que não sabe mais o que fazer para conseguir uma oportunidade de trabalho. “Já espalhei currículo em todos os locais que pude, mas ainda não dei sorte. Não sei o que fazer para arrumar emprego”, afirma.

Juanita Polido é professora e tem 36 anos. Ela mora em Guaçuí e apesar de ser formada em história e ter curso técnico em radiologia, ela conta que está desempregada há 10 anos. “Durante esse tempo fiz alguns freelas como digitação de documentos, mas são trabalhos que não duram muitos meses”, enfatiza a professora.

Segundo ela, para ter o que precisa, conta com a ajuda do pai. No entanto, a professora deseja ter um bom emprego para conquistar sua independência financeira. “Quero um trabalho para ser independente financeiramente, pois não terei meu pai a vida toda para me ajudar. Ele também pagou caro por meus estudos. Acho mais do que justo que eu trabalhe e consiga me sustentar sozinha”, completa.

Foto: Ilustrativa/Internet

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